A Cidade Mercadoria e os Limites da Reforma Urbana Brasileira

Pedro Arantes é arquiteto e urbanista. Atua como assessor técnico dos movimentos de luta por moradia e do MST em políticas habitacionais e urbanas. É coordenador do coletivo USINA, formador da Escola Milton Santos e professor das Faculdades de Campinas. É doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e autor do livro Arquitetura Nova (São Paulo: Editora 34, 2002). Atualmente, participa de um grupo interdisciplinar na pós-graduação da USP, que está analisando o Minha Casa Minha Vida em todos os seus aspectos.

Se a forma urbana das metrópoles pode dizer algo sobre a sociedade brasileira e os sentidos da nossa (de)formação nacional, ou de nossa precária e incompleta cidadania, não é preciso ser especialista para perceber que o Brasil, como projeto de civilização – visto pelo ângulo das nossas cidades –, está longe de resultar em algo integrado, coerente e igualitário

 

A observação acima é do arquiteto e urbanista Pedro Arantes e está expressa na entrevista a seguir, concedida por e-mail à IHU On-Line.

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2 comentários

    • Anders em 7 de agosto de 2018 às 22:23

    O texto menciona a “Frente Povo sem Medo” e a “Frente Brasil Popular”, falando que são organizações não muito identificadas a partido. Ora, eu sempre achei que eram grupos petistas!

    • Anders em 7 de agosto de 2018 às 22:16

    O Minha Casa, Minha Vida, realmente é um projeto lamentável.

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